Ecoturismo no Pantanal
Entrevista com Vincent Fotels/turista :
" É silencioso, é aberto. O guia nos contou que é especial porque nestas áreas úmidas existe muita vida".
Este é um dos poucos ambientes naturais que permitem ver animais com facilidade, como nas savanas africanas. Que tal contemplar o Tuiuiú, a ave símbolo da região, protegendo o ninho?
Este é o Tamanduá Bandeira, que corre risco de extinção. Com as potentes garras ele cava, à procura de insetos para comer. Tem faro apurado e corre ao menor sinal de perigo. Ainda mais se estiver com um filhote nas costas.
A cavalgada é ótima para contemplar tudo isso.
A pantaneira Rita Jurgielewicz conduz os passeios com maestria, seja qual for o meio de transporte.
A proprietária da Fazenda Baía das Pedras tranformou um gosto pessoal da família, de receber gente, em atividade econômica. O turismo complementa a renda da Pecuária.
Entrevista com Rita Jurgielewicz/dona da fazenda:
" A gente vai aprendendo junto com os hóspedes. Vem muitos biólogos, observadores de aves, tem os guias especializados também, que vem e nos ensinam, livros que a gente procura, tem uma variedade grande na pousada".
Se você ama a beleza o Pantanal é um belo destino de viagem. Por do sol assim não se vê em qualquer lugar. Nem ipês carregados de flores como estes aqui, quebrando a monotonia das cores. Não é à toa que o holandês Vincent se sente tão bem aqui. Entrevista com Vincent Fotels/turista :
" É silencioso, é aberto. O guia nos contou que é especial porque nestas áreas úmidas existe muita vida".Este é um dos poucos ambientes naturais que permitem ver animais com facilidade, como nas savanas africanas. Que tal contemplar o Tuiuiú, a ave símbolo da região, protegendo o ninho?
Este é o Tamanduá Bandeira, que corre risco de extinção. Com as potentes garras ele cava, à procura de insetos para comer. Tem faro apurado e corre ao menor sinal de perigo. Ainda mais se estiver com um filhote nas costas.
A cavalgada é ótima para contemplar tudo isso.
A pantaneira Rita Jurgielewicz conduz os passeios com maestria, seja qual for o meio de transporte.
A proprietária da Fazenda Baía das Pedras tranformou um gosto pessoal da família, de receber gente, em atividade econômica. O turismo complementa a renda da Pecuária.
Entrevista com Rita Jurgielewicz/dona da fazenda:
" A gente vai aprendendo junto com os hóspedes. Vem muitos biólogos, observadores de aves, tem os guias especializados também, que vem e nos ensinam, livros que a gente procura, tem uma variedade grande na pousada".
A Fazenda fica na Nhecolândia, no Mato Grosso do Sul. É uma das 11 regiões desta que é uma das maiores planícies alagáveis do mundo. O Pantanal alterna épocas de cheia e de seca e há mais de duzentos anos é ocupado por criadores de gado, que aproveitam o pasto natural. O impacto ambiental é pequeno. Os peões também participam da atividade turística. Na roda de Tereré, preparado com a água que se mantém fresca porque o cocho foi feito da madeira do Pequi, eles dão uma dica preciosa para quem quer ver os animais.
A observação da fauna e da flora e o contato com a cultura pantaneira marcam um jeito relativamente novo de fazer turismo aqui no Pantanal. Antes do bioma ser declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco e de haver uma modificação na legislação pesqueira do país para proteger algumas espécies essa região era muito procurada pelos praticantes da pesca esportiva. Hoje são os estrangeiros apaixonados pela biodiversidade brasileira que vem até aqui. De acordo com a Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul em 2009 vieram ao Pantanal um milhão de turistas".
Alguns turistas, como a guarda parque Jenny, que há anos trabalha com preservação ambiental, são motivados por interesses específicos. Ela veio conhecer o trabalho que visa a conservação da anta brasileira, desenvolvido aqui por pesquisadores da ong Ipê, o Instituto de Pesquisas Ecológicas. Pela primeira vez no Brasil, a orientadora vocacional Sandra Lohman veio mesmo para relaxar. Curtiu a calma e a abundância de vida selvagem.

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